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Bruno se apresenta em delegacia de Varginha (MG) e é liberado

Após a decisão do STF (Supremo Tribunal Federal), na tarde desta terça-feira (25), de suspender o habeas corpus concedido ao goleiro Bruno Fernandes, ele se apresentou em uma delegacia de Varginha, no sul de Minas Gerais, onde mora atualmente, no início desta noite. O atleta foi até a unidade instruído pelo advogado dele, Lucio Adolfo. Porém, de acordo com defensor, o mandado de prisão do jogador não estava disponível. Dessa forma, Fernandes voltou para casa e se comprometeu a se reapresentar nesta quarta-feira (25).

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 SÃO PAULO – 14/03/ 2017 BRUNO / APRESENTAÇÃO – ESPORTES – O goleiro Bruno deixa o Centro de Treinamento da equipe do Boa Esporte nesta terça- feira, 14, na cidade de Varginha, no sul de Minas Gerais após ser apresentado. Bruno estava preso desde 2010, acusado pelo assassinato de sua ex-amante, Eliza Samudio. Em 2013, ele foi condenado a 22 anos e 3 meses pelo sequestro, assassinato e ocultação de cadáver de Eliza, mas, como não teve seu recurso julgado desde então, conseguiu sua liberdade provisória no dia 24 de fevereiro, por decisão do ministro Marco Aurélio Mello, do Superior Tribunal Federal (STF). 

A liminar que concedeu liberdade ao jogador foi analisada nesta tarde pelos ministros da Primeira Turma do STF. Por três votos a um ficou decidida a revogação do documento, cendido pelo ministro da Corte, Marco Aurélio Mello.

Mello permitiu a soltura de Bruno, do dia 24 de fevereiro, por considerar excessiva a demora da análise de um recurso apresentado pelos advogados do jogador. O pedido foi enviado à Justiça em 2013 e, até hoje, não foi apreciado. Assim, para o entendimento de Mello, Fernades teria o direito de aguardar o julgamento em liberdade.

Na última quarta-feira (19), o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, apresentou um parecer favorável à revogação da liminar. Segundo o procurador, a defesa do jogador contribui para a demora do julgamento, já que os advogados fazem diversas intervenções nos autos do processo e atrasam os trâmites legais. Para a Procuradoria, Fernandes não cumpre prisão preventiva, como citado pelo ministro Marco Aurélio Mello, que concedeu o habeas corpus à Fernandes. Segundo o parecer de Janot, Fernandes estava, a pedido da própria defesa, cumprindo a pena provisoriamente.

 

Mello estava como substituto eventual no caso até a substituição do relator originário, o ex-ministro  Teori Zavascki, morto em janeiro deste ano. Na última semana, ministro Alexandre de Moraes assumiu a relatoria do processo em definitivo.

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